Louise Trotter dá aula de movimento na passarela da Bottega Veneta FW26
A segunda coleção da designer para a maison não decepcionou em nada.
Louise Trotter apresentou sua segunda coleção para Bottega Veneta nesta edição da Milan Fashion Week, e, correndo o risco de soar clichê, precisamos dizer: ela fez isso de novo. E, com “isso”, queremos dizer que criou mais uma coleção incrível, capaz de realmente nos fazer sentir algo em meio a um mar de mais do mesmo.
Com a presença de Daisy Edgar-Jones, Lauryn Hill, Julianne Moore e I.N. do Straykidz, a fila A estrelada apenas deu uma amostra do que viria de Trotter, e o segundo desfile da designer confirmou, carimbou e entregou.
A partir de sua estreia marcante na temporada passada e levando o drama máximo para Milão, Trotter apresentou uma verdadeira aula de movimento e textura, renovando suas peles de toque macio com novas cartelas de cores e silhuetas, ao mesmo tempo em que exibiu alfaiataria clássica em materiais inesperados. Ternos fofos e acolchoados cruzaram a passarela lado a lado com camisetas felpudas, calças texturizadas e trench coats de couro acinturados, usados com gorros de tricô despretensiosos.
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De acordo com as notas desta coleção, Trotter buscou inspiração no “diálogo entre brutalismo e sensualidade”, investigando os papéis da intimidade e da proteção e como eles atuam em conjunto. Em paralelo, referências como Maria Callas e Pier Paolo Pasolini permearam a coleção, reveladas em silhuetas “operísticas” e em tons vibrantes e altamente artísticos.
Raios de um azul-cobalto fluido, seguidos de um vermelho vibrante, um preto quase metálico e uma série de peles estampadas compuseram o grand finale da temporada, com cada look monumental mais eletrizante do que o anterior.
Confira alguns dos looks de destaque da coleção e, para ver mais da MFW, acesse nosso último recap.



















