YUNA parte em carreira solo e apresenta o novo álbum “Ice Cream”
A integrante de ITZY está trilhando seu próprio caminho.
K-pop vem nos presenteando com alguns dos maiores fenômenos dos últimos anos e conquistando novos públicos ao redor do mundo. Paralelamente, alguns grupos também vêm revelando talentos solo, com artistas se desdobrando para equilibrar a carreira em grupo com a construção de trajetórias autorais. Um desses nomes é YUNA, do aclamado girl group ITZY.
YUNA agora faz sua estreia solo com o tão aguardado álbum Ice Cream. Lançado hoje, o projeto traz quatro faixas em uma atmosfera leve e divertida, toda focada em curtir o agora. Algo de que todo mundo anda precisando. Marcando um novo começo para a artista, o trabalho mistura gêneros e sonoridades para evidenciar seu talento multidimensional.
YUNA é a segunda integrante do grupo a lançar um projeto solo; YEJI lançou seu álbum AIR em março de 2025, que recebeu elogios da crítica. Como grupo, o ITZY vem dominando a cena de K-pop com seu álbum mais recente, Tunnel Vision, que estreou em 4º lugar na parada U.S. World Albums, marcando o segundo lançamento consecutivo a atingir essa posição depois de Girls Will Be Girls. A sensação é de que o grupo deve seguir nessa mesma trajetória — e talvez chegar a ainda mais públicos com o novo projeto de YUNA.
Conversamos com a estrela para falar sobre a nova fase solo, os desafios desse processo e sua relação com o resto do grupo após a decisão de lançar um trabalho próprio. Siga a leitura para conferir a entrevista.
Você pode contar um pouco sobre como entrou na música?
Sempre quis trabalhar na indústria do entretenimento desde muito nova. Entrei na JYP Entertainment graças a uma grande oportunidade e, à medida que fui aprendendo a cantar e dançar, fui me interessando cada vez mais por música e descobrindo a liberdade de expressão que ela oferece.
Você começou no grupo ITZY e agora está lançando seu primeiro projeto solo. O que te levou a dar esse passo na carreira?
Lançar um álbum solo sempre foi um dos meus objetivos como artista. Graças à experiência que acumulei ao longo de sete anos com o ITZY, consegui criar este álbum cheio das minhas cores únicas. Com o apoio das integrantes e dos nossos fãs, senti que este era o momento certo para me expressar por meio de um trabalho solo.
Como você descreveria a sua sonoridade individual?
Acho que minha sonoridade é construída em torno do meu tom de voz único, que é levemente alegre e “borbulhante”. Por isso senti que a faixa-título combinava tanto comigo. Durante a gravação deste álbum, também me desafiei a explorar diferentes sonoridades que a minha voz consegue expressar.
O projeto se chama Ice Cream. Você pode contar a história por trás desse nome?
O sorvete tem muitas facetas. É frio, mas doce, e em algum momento derrete. Conversando com nossa equipe de produção, começamos a discutir como a ideia de algo derretendo poderia se conectar com a importância do momento presente. Como esse conceito também reflete muito o que tenho pensado ultimamente, Ice Cream acabou parecendo o nome perfeito para o meu primeiro álbum solo.
O disco tem uma energia muito positiva. Quais foram algumas das inspirações por trás do trabalho? Alguma experiência pessoal que tenha influenciado as músicas?
“Here and Now” é uma frase que tenho repetido para mim mesma ultimamente, para permanecer fiel ao momento presente. Acho que, enquanto preparava este álbum, fiquei ainda mais comprometida com essa ideia. Espero que essa mentalidade transpareça no disco como uma energia positiva.
O álbum tem uma mensagem que você gostaria que os ouvintes levassem com eles?
Além da mensagem da faixa-título, espero compartilhar lembranças felizes com meus fãs e ouvintes por meio deste EP e incentivar todo mundo a aproveitar ao máximo o momento que estamos vivendo. Recebi tanta energia positiva dos meus fãs e das pessoas que cuidam de mim, e quero que eles saibam que a minha vontade era justamente devolver essa boa energia para todos!
Como é criar algo sozinha em vez de em grupo? Houve desafios nesse processo?
Quando trabalhava em um álbum do grupo, eu podia contar com as outras integrantes, mas, como precisei preencher este disco sozinha, foi bem desafiador. Senti falta das meninas em vários momentos. Apesar das dificuldades e da responsabilidade maior, essa experiência foi muito preciosa para mim, porque me ajudou a descobrir um novo lado meu.
Tem algo neste novo álbum que os fãs talvez não esperem de você?
Além da faixa-título, o álbum traz outras três músicas em gêneros diferentes. Em “B-boy”, experimentei um estilo mais hip-hop; “Blue Maze” aposta em camadas de som bem interessantes e, por fim, “Hyper Dream” é uma faixa disco com um clima meio retrô. Espero que os fãs curtam os diferentes estilos que explorei neste trabalho, então ouçam todas as faixas!
Como você descreveria a relação de vocês como grupo? Foi fácil contar para elas que você estava avançando na carreira solo?
Em uma palavra: família. Pedi a opinião das integrantes em várias partes do projeto. Yeji chegou a ir me apoiar enquanto eu filmava o trailer, e Chaeryeong dividiu suas ideias sobre a coreografia. Ryujin e Lia também têm torcido muito por mim, compartilhando posts sobre mim no Instagram, e o apoio carinhoso e atencioso delas foi fundamental para que este álbum acontecesse.
Continuando como parte do ITZY e, ao mesmo tempo, lançando sua própria carreira, o que podemos esperar de você nos próximos anos?
Quero continuar crescendo e me desafiando tanto como artista solo quanto como integrante do grupo. Felizmente, este ano tive a oportunidade de participar da série coreana Undercover Miss Hong. Estou sempre em busca de novas oportunidades e espero transmitir uma influência positiva ao longo dessa jornada. Fiquem de olho na nossa próxima turnê em grupo, TUNNEL VISION, além do meu álbum solo e de outros projetos que ainda vêm por aí!



















