Peças digitais que mudam de aparência para se camuflar no próprio cenário.
Sutiã de xícara de chá, saia de tapete e looks de poltrona.
Encarando de frente a tensão entre perfeição e caos.
Apresentando a nova coleção durante a Milan Fashion Week.
A segunda coleção da designer para a maison não decepcionou em nada.
Inspirada na Commedia dell’Arte e na atmosfera enigmática de Veneza.
Com Kate Moss fechando o desfile estrelado e nomes como Alessandro Michele e Donatella Versace na primeira fila.
Na coleção FW26 da grife de luxo, Miuccia Prada e Raf Simons esvaziam a passarela para explorar, de forma radical, a passagem do tempo.
Da estreia de Maria Grazia Chiuri na Fendi ao cenário da Diesel recheado com 50.000 peças de seu próprio arquivo.
De volta ao ateliê da Fendi, a estilista deixou de lado a tentação fácil da “logorexia” para apostar no que ela chama de “Regeneração Sartorial”.
Uma celebração subversiva do “Successful Living”, com 50 mil peças que contam a história da marca.
Em sua estreia no calendário oficial da LFW, Prothmann apresentou a coleção FW26 batizada de “CABAÑA”.